Capítulo 01Alta complexidade

Retina e Vítreo

A retina é a camada que transforma luz em visão. Doenças que a acometem costumam evoluir em silêncio — por isso o diagnóstico por imagem detalhado e o acompanhamento próximo definem o resultado.

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Retinografia colorida evidenciando a vascularização retiniana

A abordagem

A subespecialidade em retina e vítreo é o eixo da trajetória do Dr. Carlos Cury Jr., com formação dedicada no Brasil e fellowship na Philipps University Marburg, na Alemanha.

Cada conduta parte de uma avaliação objetiva: exame clínico completo, tomografia de coerência óptica e, quando indicado, angiografia. A decisão terapêutica é discutida com o paciente em linguagem clara, com as alternativas e os limites de cada caminho.

  • Descolamento de retina

    Avaliação de urgência e tratamento cirúrgico com técnica escolhida conforme o tipo e a extensão do descolamento.

  • Doenças maculares

    Membrana epirretiniana, buraco macular e degeneração macular relacionada à idade, acompanhadas com OCT seriado.

  • Retinopatia diabética

    Tema da tese de mestrado do Dr. Carlos — rastreio, fotocoagulação, terapia intravítrea e cirurgia nos casos avançados.

  • Oclusões vasculares

    Mapeamento de áreas isquêmicas e tratamento dirigido ao território acometido.

A jornada do paciente

Como conduzimos cada caso

  1. 01

    Avaliação detalhada

    Consulta ampliada com exame de fundo de olho sob midríase e documentação por imagem.

  2. 02

    Plano individualizado

    Discussão das opções — clínica, laser, intravítrea ou cirúrgica — com expectativas realistas.

  3. 03

    Seguimento longitudinal

    Reavaliações programadas com exames comparativos para medir a resposta ao tratamento.

Perguntas frequentes

Quando devo procurar um especialista em retina com urgência?

Perda súbita de visão, sombra ou cortina no campo visual, flashes de luz e aumento repentino de moscas volantes merecem avaliação em caráter de urgência.

Quem tem diabetes precisa de acompanhamento mesmo sem sintomas?

Sim. A retinopatia diabética pode avançar sem sintomas, e o exame periódico permite intervir na fase em que o tratamento é mais eficaz.